Sobre a DIM
DE BAS DIMANCHE A DIM
No início dos anos 60, « Bas Dimanche » torna-se « DIM », um nome de marca mais impactante e mais simples de reter.
A história da DIM começa nos anos 1960, com uma ideia simples: libertar o corpo das mulheres através de inovações audaciosas. Em 1965, a marca revolucionou o mercado ao lançar a meia sem costura, um sucesso imediato que marcou a sua entrada no universo da lingerie. «As mulheres vestiam-se sobretudo aos domingos. O meu pai deve ter pensado que Dimanche era então um bom nome, e que usar meias todos os dias devia ser tão alegre como usar as suas roupas de domingo.»
— Daniel Giberstein, filho de Bernard Giberstein.
Para além da inovação: uma marca à frente do seu tempo. Ao longo das décadas, a marca procurou responder, e até antecipar, as necessidades dos seus consumidores. Como? Mantendo-se constantemente atenta à sua época, compreendendo o clima cultural e criando produtos sempre em sintonia com o modo de vida das mulheres.
- Claire Mabrut, autora de « DIM, 50 anos de moda e de liberdade »
Com o lançamento dos collants, a DIM impõe-se como uma precursora de la mode, capturando o espírito dos anos 1960-1970 e acompanhando a revolução da minissaia. Muito mais do que um simples acessório, o collant torna-se um símbolo de liberdade feminina e de emancipação. A DIM não se limita a seguir as tendências: a marca participa numa verdadeira transformação cultural, fazendo do collant o emblema do novo corpo feminino e da mudança de mentalidades.
Com o seu famoso jingle « ta la ta ta ta » assinado por Lalo Schifrin, a DIM marcou os espíritos e consolidou o seu lugar na memória coletiva. A marca distingue-se por campanhas audaciosas, misturando humor, criatividade e colaborações com grandes criadores, para refletir plenamente o seu espírito único. Mais do que uma simples comunicação, estas intervenções visionárias fazem parte de um legado icónico, misturando visuais revolucionários e inovações que moldaram a história da DIM.
A liberdade segundo a DIM é seguir os seus instintos, os seus humores e os seus desejos, acolher a alegria e reescrever as suas próprias regras. Na DIM, ela não se proclama, vive-se: com leveza, espontaneidade e o prazer de cada instante. Porque os nossos estados de espírito ditam os nossos movimentos — espontâneos, alegres, dinâmicos — sejam eles espirituosos ou extremos, permanecem sempre verdadeiros, nunca forçados. Liberdade através da moda? Vestir o que queremos, desde que nos faça sentir confiantes e infinitamente confortáveis.
A DIM celebra uma diversidade autêntica e inclusiva, valorizando todas as etnias, idades, géneros e morfologias. Sim a uma representação sincera e alegre, encarnada por indivíduos únicos e confiantes. Não ao tokenismo e aos estereótipos. A nossa visão: uma beleza viva, cheia de carácter, que inspira confiança e encoraja cada um a abraçar a sua singularidade.
